"É profissão de fé resolver o problema do cacau", essas foram as palavras do Presidente ao lançar o PAC do cacau, no qual deverá investir cerca de R$ 2,54 bilhões de reais em uma monocultura que trouxe para o sul da Bahia durante décadas o império de coronéis que comandavam as regiões com pulso forte.É intrigante como um governo que busca metas ousadas de desenvolvimento, fomenta a exploração de monoculturas que apenas beneficiam um pequeno grupo econômico face a uma grande maioria.
A produção do cacau trouxe pouco desenvolvimento sustrentável para a o sul da Bahia, o que tinhamos na verdade era o enriquecimento exacerbado dos produtores de cacau contrastanto com uma população pobre e explorada. O dinheiro do cacau serviu para ostentar impérios coronelísticos onde o desmando, abusos e injustiças eram a sua marca principal.
Com o advento da vassoura de bruxa, que dizimou a lavoura cacaueira, a região sul da Bahia empobreceu e esmureceu não conseguindo até hoje caminhar pelas próprias pernas. Esse fato se deve não a que o desenvolvimento econômico dependesse do cacau, mas sim que a região não sabe desenvolver práticas econômicas sustentáveis, semelhante ao explorado que não sabe seguir em frente e depende sempre do explorador.
O atual governo chegou ao poder combatendo uma classe econômica agrária exploradora, coronéis perversos, mas acabou se tornando os seus principais aliados e suas políticas agrárias só fomentam a afronta aos que idealizaram um país melhor, gente como a ex-ministra Marina Silva que sonhou uma menor eploração ambiental, segurança alimentar garantida aos menos desfavorecidos, mas que foi vencida pelos interesses dos que exploram economicamente o capital.
Mas ainda acredito esperançoso que a minha amada região sul da Bahia vai se reerguer enquanto crescimento econômico e geração de empregos, mas isso ocorrerá quando de fato nos livrarmos dos fantasmas do passado e acreditarmos que o potencial de mudança esta em nossa capacidade criativa de buscar novos horizontes e não dessa decrépita dependência de uma monocultura que só beneficia e fomenta um império coronelístico absurdo e imoral.
A produção do cacau trouxe pouco desenvolvimento sustrentável para a o sul da Bahia, o que tinhamos na verdade era o enriquecimento exacerbado dos produtores de cacau contrastanto com uma população pobre e explorada. O dinheiro do cacau serviu para ostentar impérios coronelísticos onde o desmando, abusos e injustiças eram a sua marca principal.
Com o advento da vassoura de bruxa, que dizimou a lavoura cacaueira, a região sul da Bahia empobreceu e esmureceu não conseguindo até hoje caminhar pelas próprias pernas. Esse fato se deve não a que o desenvolvimento econômico dependesse do cacau, mas sim que a região não sabe desenvolver práticas econômicas sustentáveis, semelhante ao explorado que não sabe seguir em frente e depende sempre do explorador.
O atual governo chegou ao poder combatendo uma classe econômica agrária exploradora, coronéis perversos, mas acabou se tornando os seus principais aliados e suas políticas agrárias só fomentam a afronta aos que idealizaram um país melhor, gente como a ex-ministra Marina Silva que sonhou uma menor eploração ambiental, segurança alimentar garantida aos menos desfavorecidos, mas que foi vencida pelos interesses dos que exploram economicamente o capital.
Mas ainda acredito esperançoso que a minha amada região sul da Bahia vai se reerguer enquanto crescimento econômico e geração de empregos, mas isso ocorrerá quando de fato nos livrarmos dos fantasmas do passado e acreditarmos que o potencial de mudança esta em nossa capacidade criativa de buscar novos horizontes e não dessa decrépita dependência de uma monocultura que só beneficia e fomenta um império coronelístico absurdo e imoral.
gabriel
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