Com o impasse na votação da CPMF que divide o congresso nacional na ferrenha briga entre a oposição e governo, a velha prática de compra de votos por meio de verbas e cargos começou, está aberta a temporada da farra dos cargos públicos.
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É tanta demissão e substituição que o governo até se perde nessa confusão, e isso tem provocado muita irritação na própria base aliada, porque muitos dos apadrinhados políticos detentores de cargos estatatais, estão sendo demitidos e substituídos por apadrinhados de maiores pesos.
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Considero um tanto quanto contraditório o governo querer prorrogar um imposto para arrecadar divisas e poder executar os projetos de governo. Ao mesmo tempo esse mesmo governo aparelha o Estado com umm monte de gente incompetente que além de cometer toda sorte de ingerências, se envolvem em um monte de corrupção e desvios de verbas, tendo como consequencia a não realização dos projetos do governo que somente tiveram verba para serem feitos pela colocação dessas pessoas que são entraves à gestão da máquina pública.
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Eu poderia resumir este fato em uma só frase: UM TIRO NO PRÓPRIO PÉ!
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Repito mais uma vez, enquanto não houver gestão pública responsável e eficiente e o critério político substituir competência técnica, continuaremos com esa situação política lamentável e vergonhosa.
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Mas nós podemos mudar isso nas próximas eleições.
gabriel
Um comentário:
Olá Gabriel.
Sou leitor de seu blog e em geral gosto e concordo com seus comentários.
Todavia venho mui respeitosamente descordar da opinião de que podemos mudar algo nas próximas eleições.
Acredito que não podemos mudar nada. O sistema é muito bem montado pelo Leviatã, o Estado, para nos dar a impressão de que podemos mudar algo.
Somente com o total desmantelamento, desconstrução, destruição desse estado poderia haver alguma esperança, às custas de muito derramamento de sangue. De preferência desses safados, corruptos, adúlteros, mentirosos, cínicos e desavergonhados senadores, deputados, juízes, ministros, e do líder deles todos, sua santidade infernal, o presidente da república dos cordeirinhos brasileiros. Um povo sem sangue nas veias e com muita cana de alambique.
tide
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